quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Cavalo se despede do dono morto em acidente e comove velório na PB

Foi sepultado na manhã desta terça-feira (3), o funcionário da prefeitura de Cajazeiras, Wagner de Lima Figueiredo, 34 anos. Ele faleceu nessa segunda-feira (2), em um hospital de Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte. O jovem era funcionário do PEVA e recebeu homenagens dos colegas.
O corpo de Wagner foi velado no memorial São Sebastião e sepultado no cemitério Coração de Jesus, Zona Leste de Cajazeiras.
Amante da vaquejada, o funeral foi marcado por homenagens de amigos vaqueiros e seu cavalo foi levada para despedida do dono.
Inconsolada, a família lamentou a perda prematura do cajazeirense e deu o último adeus a Wagner com muita dor.

Com informações do Diário do Sertão e Mais PB.



segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Projeto que restabelece a Vaquejada será votado nesta terça na Comissão de Educação do Senado


A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado vai analisar nesta terça-feira (22) o Projeto de Lei 377/2016, de autoria do Senador Raimundo Lira (PMDB-PB), que reconhece a Vaquejada como Manifestação da Cultura Nacional.
O projeto, composto por três artigos, conta com parecer favorável do relator, Senador Otto Alencar (PSD-BA), que elogiou a iniciativa do senador paraibano, ao defender a preservação da Vaquejada como parte da cultura brasileira.
O projeto de Lira atribui como competência do Poder Público proteger e promover a diversidade cultural regional brasileira, além de assegurar o reconhecimento e a valorização da Vaquejada como bem cultural imaterial. O Parágrafo Único considera a Vaquejada como “manifestação cultural com características esportivas”.
Raimundo Lira ressaltou que a Vaquejada se tornou uma tradição, uma prática cultural, o que justifica a sua manutenção. Além do valor cultural, ele argumenta que a Vaquejada e o Rodeio geram cerca de 600 mil empregos no país.
Lira relembrou que o Nordeste atravessa um momento de muito desemprego, em função de seis anos de seca, e do atraso da transposição de águas do Rio São Francisco, e que, por isso, considera oportuno regulamentar a atividade da Vaquejada.
A proposição foi encaminhada, em caráter terminativo, para a CE e é o 12º item da pauta desta terça-feira. Após ser apreciada por esta Comissão, será encaminhada à Câmara dos Deputados, caso não seja apresentado recurso ao plenário.

Assessoria

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Mulher vende caipirinha nos seios e fatura cerca de R$ 1.500,00 por dia!


caipirinha no peito - Butecologia copy
Essa é de fato uma empreendedora de peito! Essa mulher de Garopaba – SC resolveu inovar na venda de caipirinhas. Ela cobra cerca de R$ 5,00 por uma dose tirada de seu próprio seio! Reza a lenda que a moça chega a vender mais de 300 doses em um dia fraco. Entao façam as contas amigos, está aí um negócio criativo e bem lucrativo! Imagina se a moda pega?
Butecologia.com.br

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Mulher Realiza Sonho De Ser Velada Viva No Dia De Finados

Resultado de imagem para Mulher realiza sonho de ser velada viva no dia de Finados Uma moradora da cidade de Camocim (CE) realizou um sonho nesta quarta-feira (2), dia de Finados: participar, viva, de seu próprio velório. Vera Lúcia de Araújo Silva passou o dia dentro de um caixão, com direito a coroa de flores e presença da família e de amigos.

Vera conta que o desejo de fazer a ‘festa’ era antigo. Muitos conhecidos duvidaram que ela realizaria o sonho. “Eu quero meu velório há 14 anos. Esperei muito. Quando convidei amigos e minha família eles pensaram que eu estava de brincadeira, nem ligaram”, disse, em entrevista ao 

“Veio todo mundo meu sogro, minha sogra, irmã, cunhado e amigos. Eles ficaram de boca a aberta e respeitaram o momento. Uma amiga até chorou e pediu para eu me levantar”, revela.

O dono da funerária responsável pela cerimônia, Paulo Araújo, conta que não cobrou nada de Vera, cedendo o espaço e o material.

“Eu cheguei, me maquiaram, e preparam como se fosse um defunto mesmo. Me deitei e não me levantei mais. Meus únicos alimentos foram água de coco e chá”, afirma Vera.

Depois do velório, ela ainda tinha um último desejo a cumprir. “Antes que meu velório termine, já pedi para todos que fechem com a tampa o caixão e me carreguem por uns dois minutos, como se fosse enterrar”.




G1